segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Afinal, qual a diferença entre um arquiteto de interiores, designer de interiores e um decorador?


Arquiteto de interiores
Arquitetos, de modo geral, possuem um bom embasamento artístico e trabalham o espaço como um meio de comunicação e identidade visual de uma empresa ou família.

Estes profissionais possuem uma visão abrangente dos espaços já que sua formação acadêmica não é limitada a interiores. Arquitetos devem estar preparados para executar um projeto em escala urbana, num grande lote ou no interior de uma residência. Geralmente, com o passar dos anos, os profissionais acabam se especializando em uma determinada área.

Em termos práticos, um dos grandes diferenciais refere-se a responsabilidade técnica. Os arquitetos tem uma profissão regulamentada por um conselho de classe, o CREA (Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura). Sendo assim, seus trabalhos são acompanhados por um documento chamado ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) onde constam os dados do projeto e/ou obra e as devidas atribuições do contratado.

Projetos e obras que necessitem de alterações de planta acompanhadas de remanejamento de pontos de elétrica e hidráulica, por exemplo, são de responsabilidade de um arquiteto.

Designer de interiores
Profissionais com bagagem artística similar a dos arquitetos, os designers de interiores também são encarregados de trabalhar a identidade visual e a comunicação do espaço. Recebem formação acadêmica para trabalhar somente com interiores.

Designers e arquitetos são aptos a realizar projetos de mobiliário e possuem um conhecimento geral sobre elementos de decoração.

Decorador
Este profissional é um bom conhecedor de detalhes de elementos decorativos a exemplo de cortinas, tapetes e tipos de tecidos. Este pode ser o profissional indicado para casos de pequenas mudanças ou substituição de itens do local.


Resumindo, a formação de um espaço é o resultado de muito diálogo e identificação com o trabalho desenvolvido pelo profissional.

A FÜLEP está apta a desenvolver um trabalho conceitualmente embasado na rotina diária de uma empresa ou família e na criação de uma identidade que estabeleça uma conexão certeira com consumidores e moradores.

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www.fulepdesign.com.br

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Por quê ter um site na internet?

De acordo com o artigo publicado no Estado (PORTUGAL, Juliana. Ter um site não é opção, é obrigação. Estado de São Paulo, São Paulo, 12/07/2009, Oportunidades, p. 4) quem não tem site, não se comunica. Há no Brasil 44 milhões de internautas segundo a recente pesquisa do Ibope/Nielsen. Somente em junho deste ano o brasileiro passou em média cerca de 40 horas acessando a web. E grande parte deles, certamente, pode ser o seu público.

A internet é democrática e abre espaço para empresas de todos os portes, inclusive para profissionais liberais. Com custos mais baixos que outras mídias, em geral, a web facilitou a vida dos empresários que pretendem atingir em cheio seu público alvo. Para colocar seu site no ar, antes de tudo, é preciso saber o propósito do investimento. O objetivo final é frequentemente converter os acessos em bons negócios, e isso exige planejamento.

No site é possível falar muito mais do que em uma embalagem, por exemplo. O espaço para criar uma relação consistente com o público é ilimitado. No seu site você pode veicular seu comercial quantas vezes quiser. Pode também criar um filme especial que não dependa de outra mídia. Pode mostrar desde a produção da sua indústria até criar um ambiente virtual. Tudo vai depender do seu planejamento, objetivos e quais as sensações que pretende causar no seu público. Enfim, a internet está aí para facilitar que o canal de fortalecimento da sua marca acompanhe quem mais interessa neste processo todo: o seu consumidor final.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Porque há tanta diferença de preços para um mesmo projeto de design?

Muitos fatores interferem no preço. Se for uma agência ou um profissional autônomo, a infraestrutura das duas situações justifica inicialmente o valor do trabalho. Nesse caso, manter uma equipe e um escritório é mais caro, e portanto o preço final do projeto é diferente. Entre duas empresas do mesmo tamanho, o que faz variar o orçamento é mesmo a experiência dos profissionais para resolver o trabalho. Para projetar é necessário experiência técnica, atendimento adequado, sensibilidade, organização, criatividade e repertório cultural, entre tantos. Há muitos itens que podem definir um trabalho eficaz dentro do prazo necessário. Estamos tratando de um trabalho intelectual que vai definir a imagem da sua marca no mercado. E por isso, é provável que você receba orçamentos tão diferentes.

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Para que serve um (bom) designer? Parte I

Para apresentar a personalidade de um produto ou serviço

Uma lata com rótulo prateado, letras finas e manuscritas pode lembrar uma bebida light (devido às letras suaves) e sofisticada (pela cor da prata). Um rótulo preto com texto azul em caixa alta pode indicar um produto energético e resistente, devido aos elementos fortes e associados à vida noturna. Um logotipo de cimento que apresenta as letras distantes umas das outras pode passar a impressão de um produto frágil, que não une como deveria.

Entre tantas funções, o design envolve o produto (ou serviço) com a personalidade que lhe foi criada. Assim, quando o consumidor entrar em contato com o produto, receberá mais facilmente a mensagem que deve ser transmitida.

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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Novo site FÜLEP design + arquitetura

A FÜLEP design + arquitetura nasceu da soma de experiências de duas profissionais com formações similares e complementares.O design e a arquitetura atendem juntos à necessidade humana de integrar-se à sociedade e viver bem. A FÜLEP acredita que essa integração acontece através da relação de qualidade entre as pessoas e a relação delas com o ambiente em que vivem.

Este relacionamento pode acontecer de diversas maneiras através do design gráfico. Uma identidade visual bem projetada tem o objetivo de criar uma relação entre as pessoas e uma empresa, transmitindo valores que são essenciais na construção de uma marca de sucesso. Em qualquer meio, o design atua como um tradutor. É ele que vai levar a mensagem para o público-alvo numa linguagem compreensível que possa gerar uma relação de confiança.

E por falar em relações, podemos facilmente exemplificá-las na arquitetura. Você já reparou, que mesmo inconscientemente, os ambientes sempre provocam nas pessoas um determinado tipo de reação?

Quando projetamos um espaço, sempre devemos nos preocupar com as sensações a serem provocadas nas pessoas que habitam, circulam ou trabalham neste local (aumento de produtividade, relaxamento, concentração...). Ou ainda, quais as melhores dimensões? Como a luz, as cores e as texturas dos materiais podem ajudar a desenvolver e alcançar o resultado esperado? Todas essas questões, entre outras, podem ser solucionadas através de um projeto de arquitetura personalizado aliado ao acompanhamento técnico da construção do espaço.

Nas duas áreas o objetivo é o mesmo: aplicar em cada projeto o conceito de relação de qualidade. A idéia é propiciar, em qualquer lugar, a sensação de conforto e familiaridade no ato de viver bem.

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